sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Empresas que usam a força da internet


Por: Tatyane Rabelo


As empresas têm tradicionalmente, vários caminhos para expor seus produtos, porém um em especial tem grande resultado em massa, a internet.
Empresas como Oi, Vivo, Claro, Tim, Google assim como Gol, Tam entre outras, fazem parte da enorme lista de grandes e pequenas empresas que investe em sites para divulgar seus produtos, e facilitar o acesso à seus consumidores.





A Relação x Tecnologia de matriz essencialmente indica oportunidades para saber como utilizar a internet quando as relações de colaboração existentes na base de fornecedores ou clientes. Especificamente, nós sugerimos que, nesses contextos, a Internet pode ser um poderoso meio pelo qual a empresa pode melhorar o compartilhamento de informações e chegar ao cliente. No entanto os preços, dinâmico e atividades, tais como leilões reversos, podem ser inadequados nesses contextos. Estes tipos de atividades de dinâmica de preços são mais adequados nos braços de comprimento, as trocas transacionais. A transação orientada, tenta compartilhar informação e atingir novos clientes que podem ter um efeito muito negativo sobre a capacidade de uma empresa melhorar a rentabilidade e posição competitiva.
O tipo de relações de troca que as empresas de artesanato com seus fornecedores ou distribuidores varia muito, com uma abordagem sendo contraditório ou comprimento de armas na natureza, e sendo o outro como uma parceria e mutuamente orientada.



Diferenças entre o consumidor-receptor e o consumidor-construtor

Considerando o mercado como uma estrutura de informação, um cenário para a publicidade buscar e fornecer a matéria prima para os construtos da identidade coletiva através de modelos, ela torna-se um mecanismo mediatizador importante de socialização, que vai além de sua função de informar. Ela fornece modelos de identidade, é um campo social de captação e devolução de fluxos de interação de sentido, construindo processos de socialização que podem revelar mudanças significativas nos modos e nos modelos de identidade, desempenhando papel fundamental na reestruturação da identidade masculina contemporânea através de seu discurso que pode estar agindo na conformação de pensamentos e comportamentos.
Entretanto, algumas diferenças são nítidas: O consumo, e não o consumismo, é entendido como resultado de um conjunto de práticas sociais e culturais fortemente relacionadas à identidade do sujeito, e também como direito do qual o sujeito não pode ser excluído. O consumidor-receptor é, assim, um ator social, não simplesmente econômico. E o mercado é visto como lugar de interações. Já os Consumidores construtores são responsáveis por estudar os desejos, ter percepções, preferências e comportamento de compra de seus consumidores-alvos. A compreensão das forças que influem no comportamento do consumidor é peça fundamental para adoção de estratégias
Esta conceituação de consumidor relaciona-se com a de receptor, visto que ambos emergem do mesmo processo: o sujeito nas suas relações socioeconômicas, nas suas práticas culturais, em interação permanente com elas, em diálogos constituidores. Ele é, assim, sujeito ativo da sociedade em que vive, nos limites de cujas práticas culturais constroi-se consumidor e receptor. Essa condição permite-nos estabelecer aaproximação consumidor-receptor. Dizendo de outro modo: o processo de consumo e o processo de recepção têm as mesmas características; ambos têm sua referência no ambiente socioeconômico e na cultura. Ambos caminham lado a lado.
O consumo é um dos indicadores mais efetivos das práticas socioculturais e do imaginário de uma sociedade; manifesta, concretiza tais práticas; revela a identidade do sujeito, seu lugar na hierarquia social, o poder de que se reveste. Assim como os meios de comunicação, o consumo também impregna a trama cultural atual, a ponto de esta ser considerada por diversos autores como «cultura do consumo».
A área do comportamento do consumidor estuda como indivíduos, grupos e organizações selecionam, compram, usam e dispõem de bens, serviços, idéias ou experiências para satisfazer as suas necessidades e desejos. Nunca foi tão simples entender o comportamento e "conhecer os consumidores". Eles podem declarar suas necessidades e desejos, mas agir de outra maneira.
Consumidores construtores são responsáveis por estudar os desejos, ter percepções, preferências e comportamento de compra de seus consumidores-alvos. A compreensão das forças que influem no comportamento do consumidor é peça fundamental para adoção de estratégias
Antigamente, os profissionais dessa área podiam compreender os consumidores por meio da experiência diária e do contato direto da venda. Mas as empresas e os mercados cresceram e muitos profissionais encarregados da tomada de decisões perderam o contato com seus consumidores, portanto, a maioria deles teve de empregar pesquisas de mercado.
Os consumidores variam enormemente em idade, renda, educação, gostos e outras variáveis, portanto estes fatores têm levado os administradores que atuam em a compreender o comportamento dos consumidores, buscando agrupá-los em segmentos homogêneos de consumo.


As características dos consumidores incluem quatro fatores principais:

• Culturais,
• Sociais,
• Pessoais
• Psicológicos.

Os fatores culturais exercem a mais ampla e profunda influência sobre o comportamento do consumidor. A cultura inclui valores básicos, percepções, preferências e comportamento que uma pessoa aprende da família e de outras instituições importantes. Os profissionais estão sempre tentando detectar mudanças culturais que possam sugerir novas formas de servir aos consumidores. As subculturas são "culturas dentro de culturas" que possuem valores e estilos de vida distintos.
As classes sociais são subculturas cujos membros têm prestígio social similar baseado em suas ocupações, renda, educação e outras variáveis. As pessoas com características culturais, subculturais e sociais distintas desenvolvem diferentes preferências por produtos e marcas. Portanto, os profissionais devem concentrar seus programas mercadológicos nas necessidades específicas de certos grupos.
Além dos fatores culturais, o comportamento do consumidor c influenciado por fatores sociais como os grupos de referencia de uma pessoa-família, amigos, organizações sociais que afetam fortemente a escolha de produtos e marcas. A posição da pessoa dentro de cada grupo pode ser definida em termos de papel e status. Todos esses fatores podem afetar profundamente as reações dos compradores, as organizações devem levá-los em consideração ao projetar suas estratégias.
As decisões dos compradores são também influenciadas por características pessoais, que incluem a idade, ciclo de vida, situação econômica, estilo de vida, personalidade e auto-estima. Consumidores jovens têm necessidades e desejos diferentes dos mais idosos; as necessidades dos casais jovens diferem das necessidades de casais de aposentados; consumidores com rendas mais elevadas apresentam um padrão de compra diferente daqueles com rendas menores.
Consideramos que é necessário que o processo comunicacional seja conhecido na sua totalidade, ou seja, como processo que nasce da sociedade e retorna a ela, pleno de ressignificações. Nesta sociedade o consumo sobreleva-se. Assim, sem conhecer as características do processo de consumo fica difícil pesquisar e refletir sobre comunicação e conceber e executar seus produtos.

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